Homens Brancos Não Sabem Blogar

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Estação Basquete #65
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No próximo Estação Basquete, Kobe Bryant já será ex-jogador. No podcast de ontem, falamos sobre esta espécie em extinção, este tipo de ídolo, gênio, com defeitos e possessões, claro, mas virtudes que o tornam inesquecível.

O programa abriu a porta para os amigos ouvintes e respondeu muitas – muitas MESMO – perguntas feitas por eles ao longo da semana. Além disso, passou o pente fino na história de Kobe, suas curiosidades de carreira, suas polêmicas de vida, seus maiores times, enfim, um papo meio nostálgico e muito necessário.

Clicando aqui você ouve a íntegra!

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Doctor J, o aniversariante da semana
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No Estação Basquete dessa semana homenageamos um aniversariante muito especial, Julius Erving.

A importância do cara pro jogo é tão grande que fizemos três quadros do programa pra contar um pouco da história de Doctor J.

No quadro Assistência Cultural, falamos sobre o documentário “The Doctor”, de Zak Levitt (The Dream Team e The Announcement), que foi lançado pela NBA TV em 10 de junho de 2013, para comemorar os 30 anos do primeiro e único título da NBA de Doctor J.

Como todo doc biográfico, ele conta a história de Julius Winfield Erving II.

Julius, segundo filho de Callie Mae e Julius Senior, nasceu em 22 de fevereiro de 1950.

Portanto, completou 66 anos nessa segunda feira, parabéns!

Como toda lenda americana, Julius começou a jogar basquete nas quadras do bairro e a transição para o “basquete organizado” aconteceu graças a um rigoroso inverno em Long Island. Ele e seu amigo Archie, pegaram suas bicicletas e foram atrás de uma quadra coberta. Encontraram a salvação no ginásio do exercito da salvação! Piada ruim, desculpem…

No High School, Julius tinha apenas 6’3” (ou 1,89m) e jogava pela Roosevelt, escola do seu bairro. Naquele tempo ele era conhecido como Jewel, ou joia em português.

Apesar de ser o melhor jogador da equipe, somente um scout (ou olheiro) se preocupou em vê-lo jogar e, mesmo sendo destaque do time, sua avaliação foi, digamos, normal.

O talento de Julius sempre aflorava quando ele estava no playground. Lá ele era um jogador completamente diferente. Seu repertorio de movimentos era infinito. Numa tarde como outra qualquer, ele foi descoberto por Ray Wilson.

Wilson ficou impressionado com o que viu e o indicou ao técnico da Universidade de Massachussets.

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No seu ano de sênior da faculdade ele cresceu (6’6” – 1,98m) e alcançou médias impressionantes, 27 pontos e 20 rebotes. No entanto, as regras da NCAA restringiam seu jogo. As enterradas eram proibidas desde os tempos de Lew Alcindor.

Essa proibição fazia com que ele guardasse seu repertorio de enterradas para o playground, e, por isso, ele passou a se aventurar na quadra mais famosa de todas: o Rucker Park.

Foi lá que a lenda de Doctor J começou.

 


Estação Basquete 53 – Estrelas em Ascensão
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Gustavo Battaglia

Você sabia que antigamente a NBA tinha um prêmio pro “melhor retorno” da temporada, que – basicamente – era dado pros jogadores que tinham conseguido voltar a jogar depois de terem sido afastados por uso de drogas?

Se tivesse ouvido nosso programa ao vivo ontem, você saberia. Não se preocupe. Ele agora já está disponível para streaming ou para ser baixado. Além deste prêmio, falamos das novidades da semana: o fenômeno Kristapis Porzikas, o desempenho do Houston Rockets e do Golden State Warriors e comentamos em detalhe a nova geração de pivôs que está surgindo. Ouve aí, que tá massa.

Curta a página do Estação Basquete para não perder nenhum programa.

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Estação Basquete 52 – Triple Double
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Gustavo Battaglia

Na história, quatro jogadores conseguiram anotar um quadruplo-duplo. Nate Thurmond, do Bulls, Alvin Robertson e David Robinson, do Spurs, e Hakeem Olajuwon, do Houston Rockets. Hakeem Olajuwon foi o único a realizar tal façanha duas vezes. Duas vezes no mesmo mês, aliás. No dia 3 de março de 1990, ele anotou 29 pontos, 18 rebotes, 10 assistências e 11 tocos. No dia 29 de março, foram 18 pontos, 16 rebotes, 10 assistências e 11 tocos. Muita gente diz que o primeiro quadruplo-duplo, o do dia 3 de março, não valeu e que, na verdade, teriam sido “apenas” 9 assistências. A gente fala mais sobre isso no Estação Basquete de ontem, inteiramente dedicado a triplos e quadruplos-duplos. Além disso, falamos, é claro, das novidades da semana.

Escuta aí: http://goo.gl/3RE0zj

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Na história, quatro jogadores conseguiram anotar um quadruplo-duplo. Nate Thurmond, do Bulls, Alvin Robertson e David Robinson, do Spurs, e Hakeem Olajuwon, do Houston Rockets. Hakeem Olajuwon foi o único a realizar tal façanha duas vezes. Duas vezes no mesmo mês, aliás. No dia 3 de março de 1990, ele anotou 29 pontos, 18 rebotes, 10 assistências e 11 tocos. No dia 29 de março, foram 18 pontos, 16 rebotes, 10 assistências e 11 tocos. Muita gente diz que o primeiro quadruplo-duplo, o do dia 3 de março, não valeu e que, na verdade, teriam sido “apenas” 9 assistências. A gente fala mais sobre isso no Estação Basquete de ontem, inteiramente dedicado a triplos e quadruplos-duplos. Além disso, falamos, é claro, das novidades da semana. Escuta aí: http://goo.gl/3RE0zjJá se inscreveu no nosso feed? http://bit.ly/20YbDHc Veja mais do nosso conteúdo em nosso site: http://hbnsb.com

Posted by Homens Brancos não Sabem Blogar on Terça, 17 de novembro de 2015


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