Proporcionalmente, o Amapá é o estado com mais Jordans (98), seguido por Espírito Santo (367) e Amazonas (353). Minas Gerais é o estado com o maior número absoluto de Jordans (1.181), superando inclusive o estado de São Paulo (1.032), apesar de ter a metade da sua população.
– Na década de 70, o número de Jordans no Brasil era de 302 pessoas.
– Na década de 80, ele subiu para 959.
– Na década de 90, este número disparou para 3.947
– E, nos anos 2000, caiu para 2.673.
Não foi registrado nenhuma pessoa com o nome Kobe ou LeBron até o momento no país. Entendedores entenderão.
]]>Em 1995, Chicago e Orlando se encontram nas semi-finais de conferência. O Orlando ganhou a série por 4 a 2. Em 1996, os mesmos dois times voltaram a se encontrar. Desta vez, nas finais da conferência e com um resultado muito diferente: 4 a 0 pro Chicago. A defesa de Dennis Rodman contra o Shaquille O’ Neal está entre os maiores motivos para essa vitória tão fácil. Tinha um tal de Michael Jordan no time também que parece que ajudou.
Publicado por Homens Brancos não Sabem Blogar em Segunda, 4 de abril de 2016
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A segunda-feira de Allen Iverson foi mais legal que a minha. Como se não bastasse ter entrado pro Hall da Fama, Iverson recebeu no mesmo dia um parabéns pessoal de ninguém mais, ninguém menos, Michael Jordan. Tudo isso na vida e ele foi pra quantos treinos? Clique aqui para saber a resposta -> http://gph.is/NfdZQG
Publicado por Homens Brancos não Sabem Blogar em Quarta, 6 de abril de 2016
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“Eu, o Larry Johnson e o Alonzo Mourning éramos os moleques sensação da liga. A gente tava se achando porque a gente tinha ganhado um jogo do Bulls. Daí a gente teve outro jogo, dois meses depois. O Alonzo tinha acabado de dar dois tocos e a gente começou a falar no ouvido dos caras. Eu vi que o MJ tava ficando bravo porque era eu que tava marcando ele. Mas eu não me importei porque eu era novo, burro e não sabia de nada. O MJ cortou pro fundo por conta do triângulo e colocou o Zo na sua coleção de pôsters. Moral da história? Provocar o diabo é uma coisa, encará-lo é outra!”
Nesse jogo, Michael anotou 52 pontos e levou o Bulls a uma vitória convincente por 123 a 108 no antigo Chicago Stadium. No dia 13 de março de 1993, o Chicago Tribune publicou a seguinte matéria:
“‘Nós tínhamos algo a provar esta noite’, disse Jordan, que teve seu 26º jogo com 50 ou mais pontos, o quarto nessa temporada. ‘Eles venceram da última vez, e alguns dos comentários nos jornais eram de que eles estavam no nosso nível. A gente queria mostrar a diferença.’
Depois da derrota do Bulls por oito pontos para o Charlotte em Janeiro, o Phil Jackson provocou o time e sugeriu que talvez eles estivessem ficando velhos demais para acompanhar o ritmo da garotada nova, como a do Hornets. Quando Kendal Gill escutou a história, ele concordou com o técnico do Chicago: ‘Nós somos tão bons quanto eles.’
Jordan não esqueceu dessas palavras: ‘Numa noite, talvez,” disse Michael com um sorriso de veterano. ‘Mas de uma maneira consistente, não.’”
Na temporada de 1992-93, o Kendal Gill cometeu um erro a não se cometer: provocou Michael Jordan. Quem acabou pagando o pato foi o companheiro de time e rookie Alonzo Mourning, que levou dois pôsters pra casa no mesmo dia. Gill conta a história:“Eu, o Larry Johnson e o Alonzo Mourning éramos os moleques sensação da liga. A gente tava se achando porque a gente tinha ganhado um jogo do Bulls. Daí a gente teve outro jogo, dois meses depois. O Alonzo tinha acabado de dar dois tocos e a gente começou a falar no ouvido dos caras. Eu vi que o MJ tava ficando bravo porque era eu que tava marcando ele. Mas eu não me importei porque eu era novo, burro e não sabia de nada. O MJ cortou pro fundo por conta do triângulo e colocou o Zo na sua coleção de pôsters. Moral da história? Provocar o diabo é uma coisa, encará-lo é outra!”Nesse jogo, Michael anotou 52 pontos e levou o Bulls a uma vitória convincente por 123 a 108 no antigo Chicago Stadium. No dia 13 de março de 1993, o Chicago Tribune publicou a seguinte matéria:“‘Nós tínhamos algo a provar esta noite’, disse Jordan, que teve seu 26º jogo com 50 ou mais pontos, o quarto nessa temporada. ‘Eles venceram da última vez, e alguns dos comentários nos jornais eram de que eles estavam no nosso nível. A gente queria mostrar a diferença.’Depois da derrota do Bulls por oito pontos para o Charlotte em Janeiro, o Phil Jackson provocou o time e sugeriu que talvez eles estivessem ficando velhos demais para acompanhar o ritmo da garotada nova, como a do Hornets. Quando Kendal Gill escutou a história, ele concordou com o técnico do Chicago: ‘Nós somos tão bons quanto eles.’Jordan não esqueceu dessas palavras: ‘Numa noite, talvez,” disse Michael com um sorriso de veterano. ‘Mas de uma maneira consistente, não.’”
Publicado por Homens Brancos não Sabem Blogar em Quinta, 31 de março de 2016
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Alguns dizem que Jordan voltaria pro basquete de qualquer forma, outros afirmam que a greve da liga de beisebol, que durou de agosto de 1994 a abril de 1995 (uma das maiores greves da história da Major League Baseball), teria sido o motivo de seu retorno. Seja como for, no dia 18 de março de 1995, ele disse que voltaria e, de fato, no dia 19, o número #45 já estava em quadra. A partida era contra o Indiana Pacers e, como você deve imaginar, ela teve uma das maiores audiências já registradas. A atuação de Michael esteve longe de ser ruim (19pts, 6reb, 6ast, 3stl), mas o Chicago perdeu. Nos três jogos seguintes, eles ganharam duas e perderam uma, com apresentações cada vez melhores de Jordan, inclusive na derrota. O quinto jogo, no entanto, é o que interessa pra gente aqui.
Ele foi contra o New York Knicks no Madison Square Garden. Caso você não saiba, fique sabendo: o MSG é o maior palco da NBA. É, como o próprio MJ gostava de chamá-lo, a Mecca do basquetebol. É nele que as grandes atuações devem ser feitas. A aura da cidade de Nova York, a grandiosidade da construção, todos os eventos e pessoas importantes que já passaram por ali, tudo conspira: no Garden, você precisa apresentar o seu melhor basquete. E Jordan era bom nisso.
No dia 28 de março de 1995, no quinto jogo de basquete após seu retorno, Michael Jordan agraciou o Madison Square Garden com uma performance de 55 pontos. Se até aquele momento a liga ainda não tinha entendido, o recado ficou claro: ele voltou
Hoje 21 anos atrás, Michael Jordan voltava ao Madison Square Garden. Depois de ter ficado um ano e meio afastado do basquetebol para jogar beisebol, Michael publicou duas palavras que mudariam a história da NBA: “Eu voltei.”Alguns dizem que Jordan voltaria pro basquete de qualquer forma, outros afirmam que a greve da liga de beisebol, que durou de agosto de 1994 a abril de 1995 (uma das maiores greves da história da Major League Baseball), teria sido o motivo de seu retorno. Seja como for, no dia 18 de março de 1995, ele disse que voltaria e, de fato, no dia 19, o número #45 já estava em quadra. A partida era contra o Indiana Pacers e, como você deve imaginar, ela teve uma das maiores audiências já registradas. A atuação de Michael esteve longe de ser ruim (19pts, 6reb, 6ast, 3stl), mas o Chicago perdeu. Nos três jogos seguintes, eles ganharam duas e perderam uma, com apresentações cada vez melhores de Jordan, inclusive na derrota. O quinto jogo, no entanto, é o que interessa pra gente aqui.Ele foi contra o New York Knicks no Madison Square Garden. Caso você não saiba, fique sabendo: o MSG é o maior palco da NBA. É, como o próprio MJ gostava de chamá-lo, a Mecca do basquetebol. É nele que as grandes atuações devem ser feitas. A aura da cidade de Nova York, a grandiosidade da construção, todos os eventos e pessoas importantes que já passaram por ali, tudo conspira: no Garden, você precisa apresentar o seu melhor basquete. E Jordan era bom nisso.No dia 28 de março de 1995, no quinto jogo de basquete após seu retorno, Michael Jordan agraciou o Madison Square Garden com uma performance de 55 pontos. Se até aquele momento a liga ainda não tinha entendido, o recado ficou claro: ele voltou.
Publicado por Homens Brancos não Sabem Blogar em Segunda, 28 de março de 2016
“A forma como nós jogávamos o jogo era exatamente igual. Porque nós fazíamos qualquer coisa para ganhar. A gente não se importava em fazer pontos. A gente se importava em ganhar o jogo e fazer com que o time jogasse melhor. Não só o basquete, nós mudamos a NBA. E daí o Michael veio depois da gente e levou isso pra um outro nível também.” (Magic Johnson)
Daqueles vídeos de assistir sozinho pra poder ficar arrepiado em paz. Michael Jordan, Larry Bird e Magic Johnson: o trio que revolucionou o jogo.
“Eu acho que o que eu e o Earvin fizemos quando chegamos aqui, as pessoas voltaram a assistir basquete por conta daquilo.” (Larry Bird)”A forma como nós jogávamos o jogo era exatamente igual. Porque nós fazíamos qualquer coisa para ganhar. A gente não se importava em fazer pontos. A gente se importava em ganhar o jogo e fazer com que o time jogasse melhor. Não só o basquete, nós mudamos a NBA. E daí o Michael veio depois da gente e levou isso pra um outro nível também.” (Magic Johnson)Daqueles vídeos de assistir sozinho pra poder ficar arrepiado em paz. Michael Jordan, Larry Bird e Magic Johnson: o trio que revolucionou o jogo.
Publicado por Homens Brancos não Sabem Blogar em Terça, 22 de março de 2016
Na época do anúncio, Jordan ainda estava se recuperando de duas costelas quebradas. A lesão aconteceu depois que, num treino, um rapaz em seu segundo ano de NBA o defendeu com um pouco de energia demais. O nome do menino? Ron Artest. Mas isso é só uma curiosidade.
Na temporada anterior a entrada de Jordan no time, o Wizards tinha vencido apenas 19 partidas, que é mais ou menos o que o Lakers vai conseguir nesta temporada caso se esforce bastante. Em 2001, a história parecia que seria a mesma e citar alguns atletas deste time talvez ajude a entender o porquê.
Além de Michael Jordan: Rip Hamilton (bom jogador, campeão com o Pistons em 2004), Chris Whitney (não tem nem foto na Wikipedia), Popeye Jones (que tem um nome bem daora, mas só), Tyrone Nesby (também não tem foto na Wikipedia), Tyronn Lue (famoso por ser o cara embaixo dos pés do Allen Iverson e neste ano ficará famoso por atrapalhar o time do Cavs) e Christian Laettner (que ficou famoso por ser odiado).
Como era de se esperar, o time começou mal. 5 vitórias e 12 derrotas. Também mostrou que não era nada regular: engatou 8 derrotas seguidas e, na sequência, 9 vitórias seguidas. Depois — apesar de o segundo melhor jogador do time, Rip Hamilton, ter machucado a virilha e ficado fora durante cinco semanas –, o Wizards conseguiu se segurar com 50% de aproveitamento. O retorno de Hamilton marcou o melhor momento do time no ano e o Washington venceu cinco seguidas.
Eis que o joelho de Jordan não aguentou. Depois de uma colisão (vídeo) no 46º jogo da temporada com Etan Thomas, um cara do seu próprio time, a temporada de Michael acabou, apesar de ele ainda ter tentado jogar algumas partidas.
Imediatamente após a lesão, o time que tinha 26 vitórias e 21 derrotas (55% de aproveitamento) perdeu 9 de 10 jogos e acabou por terminar a temporada com um recorde medião de 37-45. Jordan jogou um total de 60 partidas (foi apenas a segunda vez na sua carreira que Jordan participou de menos de 78 jogos num ano).
Mas o mais interessante é que, conforme a temporada avançou e Jordan foi desenferrujando, ele foi jogando cada vez melhor.
– Nas primeiras 20 partidas da temporada, ele teve médias de 27pts, 6reb, 5ast.
– Nas 10 partidas seguintes, ele teve médias de 30pts, 6reb, 6ast.
– Nos seus últimos 14 jogos (depois da lesão): 16pts, 4reb, 5ast.
Esses são números de um cara que estava prestes a completar 39 anos. Se ele tivesse continuado saudável, o Wizards teria ido pros playoffs por conta do desempenho de um cara de 39 anos. Isso tudo depois de o mesmo time ter tido uma temporada com apenas 19 vitórias. É incrível.
E, bem, se você fizer questão de comparar: na temporada de 2001/02, as médias de Jordan (38,5 anos) foram de 23pts, 5reb, 5ast, 42% FG. As de Kobe (37 anos) nessa temporada são as seguintes: 17pts, 4reb, 3ast, 35% FG.
Michael Jordan no WizardsHá quem acredite que a passagem do Michael Jordan pelo Wizards tenha manchado sua carreira. Eu não. No dia 21 de setembro de 2001, com 38 anos e sete meses, o melhor jogador de todos os tempos anunciou o seu segundo retorno ao basquetebol.Na época do anúncio, Jordan ainda estava se recuperando de duas costelas quebradas. A lesão aconteceu depois que, num treino, um rapaz em seu segundo ano de NBA o defendeu com um pouco de energia demais. O nome do menino? Ron Artest. Mas isso é só uma curiosidade.Na temporada anterior a entrada de Jordan no time, o Wizards tinha vencido apenas 19 partidas, que é mais ou menos o que o Lakers vai conseguir nesta temporada caso se esforce bastante. Em 2001, a história parecia que seria a mesma e citar alguns atletas deste time talvez ajude a entender o porquê.Além de Michael Jordan: Rip Hamilton (bom jogador, campeão com o Pistons em 2004), Chris Whitney (não tem nem foto na Wikipedia), Popeye Jones (que tem um nome bem daora, mas só), Tyrone Nesby (também não tem foto na Wikipedia), Tyronn Lue (famoso por ser o cara embaixo dos pés do Allen Iverson e neste ano ficará famoso por atrapalhar o time do Cavs) e Christian Laettner (que ficou famoso por ser odiado).Como era de se esperar, o time começou mal. 5 vitórias e 12 derrotas. Também mostrou que não era nada regular: engatou 8 derrotas seguidas e, na sequência, 9 vitórias seguidas. Depois — apesar de o segundo melhor jogador do time, Rip Hamilton, ter machucado a virilha e ficado fora durante cinco semanas –, o Wizards conseguiu se segurar com 50% de aproveitamento. O retorno de Hamilton marcou o melhor momento do time no ano e o Washington venceu cinco seguidas.Eis que o joelho de Jordan não aguentou. Depois de uma colisão (vídeo) no 46º jogo da temporada com Etan Thomas, um cara do seu próprio time, a temporada de Michael acabou, apesar de ele ainda ter tentado jogar algumas partidas.Imediatamente após a lesão, o time que tinha 26 vitórias e 21 derrotas (55% de aproveitamento) perdeu 9 de 10 jogos e acabou por terminar a temporada com um recorde medião de 37-45. Jordan jogou um total de 60 partidas (foi apenas a segunda vez na sua carreira que Jordan participou de menos de 78 jogos num ano).Mas o mais interessante é que, conforme a temporada avançou e Jordan foi desenferrujando, ele foi jogando cada vez melhor.- Nas primeiras 20 partidas da temporada, ele teve médias de 27pts, 6reb, 5ast.- Nas 10 partidas seguintes, ele teve médias de 30pts, 6reb, 6ast.- Nos seus últimos 14 jogos (depois da lesão): 16pts, 4reb, 5ast.Esses são números de um cara que estava prestes a completar 39 anos. Se ele tivesse continuado saudável, o Wizards teria ido pros playoffs por conta do desempenho de um cara de 39 anos. Isso tudo depois de o mesmo time ter tido uma temporada com apenas 19 vitórias. É incrível.E, bem, se você fizer questão de comparar: na temporada de 2001/02, as médias de Jordan (38,5 anos) foram de 23pts, 5reb, 5ast, 42% FG. As de Kobe (37 anos) nessa temporada são as seguintes: 17pts, 4reb, 3ast, 35% FG.
Publicado por Homens Brancos não Sabem Blogar em Quinta, 24 de março de 2016
(14 de abril de 1993, Chicago Stadium – Reportagem Original do Chicago Tribune)Quem é Don Calhoun? Pra começar, ele é o primeiro fã que pôde correr pra dar um abraço no Jordan no meio da concentração do Bulls sem ter sido preso. Pra ser mais específico, ele foi o MVP de um jogo depois de ter acertado uma bola a 24 metros de distância da cesta (três quartos da quadra) durante um pedido de tempo para ganhar 1 milhão de dólares.A torcida enlouqueceu. Completamente. A gente tá falando do tipo de loucura de um jogo seis de playoffs. Atletas milionários boquiabertos deram tapas nas costas do rapaz de 23 anos e o jogo, pelo menos naquele momento, foi totalmente esquecido.“Eu sempre fui um quebrado,” dsse Calhoun, que tinha ido a apenas três jogos do Bulls na vida. “Eu não tinha nada a perder.” Até o técnico do Miami, Kevin Loughery, estava sorrindo. E ele tinha bastante a perder com o seu time cada vez mais perto de ficar de fora dos playoffs. “A única coisa boa dessa partida,” ele disse, “foi aquele moleque metendo aquela bola.”O Bulls não era o assunto na saída do ginásio. Um homem jovem que trabalhava por cinco dólares a hora; um cara que estava nervoso para chegar às 8 da manhã para o seu turno no dia seguinte; um fã cuja única experiência com basquete era o rachão do bairro, saiu daquela arena com uma nova vida.A única exigência do desafio era que o participante tinha que usar sapatos com sola de borracha. E Calhoun, que estava acompanhado de seu vizinho, teve a sorte de chamar a atenção de um funcionário do Bulls que admirou seu tênis.“Air Jordans?” perguntou o cara. “Não,” respondeu Calhoun. “Penny Hardaway.”Como não amar?“Eu olhei,” disse Calhoun, “e o Bulls queria que fosse eu, especialmente o Horace. Eu podia ver nos olhos dele.”“Eu demorei três anos para ganhar um milhão de dólares,” disse Grant. “Ele demorou cinco segundos.”“Foi demais,” disse Jordan. “Assim que a bola deixou as mãos dele, o Phil disse, ‘vai entrar.’ Eu estou feliz por ele. Este é o tipo de coisa que ele provavelmente nem nunca imaginou. Nós jogadores conhecemos a pressão, mas não a ponto de saber quando um chute vale um milhão de dólares. Nosso dinheiro está garantido. Ele agiu sob muita pressão. Por um dia, ele sentiu como é ser um jogador da NBA. Agora, é melhor ele estar preparado para ter vários amigos. Foi um grande chute. Eu não acho que o Toni Kukoc conseguiria meter esse.”
Publicado por Homens Brancos não Sabem Blogar em Quarta, 9 de março de 2016