vince carter – Homens Brancos Não Sabem Blogar http://hbnsb.blogosfera.uol.com.br Só mais um site uol blogosfera Wed, 06 Jul 2016 15:17:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Vince Carter sendo Vince Carter http://hbnsb.blogosfera.uol.com.br/2016/03/03/vince-carter-sendo-vince-carter/ http://hbnsb.blogosfera.uol.com.br/2016/03/03/vince-carter-sendo-vince-carter/#respond Thu, 03 Mar 2016 21:40:24 +0000 http://hbnsb.blogosfera.uol.com.br/?p=1447 O rapaz do vídeo tá com a camisa esticada pela barriga proeminente, tem 39 anos nas costas e meteu uma ponte aérea reverse. Seu argumento é inválido.

O rapaz do vídeo tá com a camisa esticada pela barriga proeminente, tem 39 anos nas costas e meteu uma ponte aérea reverse. Seu argumento é inválido.

Publicado por Homens Brancos não Sabem Blogar em Quinta, 3 de março de 2016

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Há 15 anos, Vince Carter enterrava SOBRE um francês de 2m18 http://hbnsb.blogosfera.uol.com.br/2015/09/25/ha-15-anos-vince-carter-enterrava-sobre-um-frances-de-2m18/ http://hbnsb.blogosfera.uol.com.br/2015/09/25/ha-15-anos-vince-carter-enterrava-sobre-um-frances-de-2m18/#respond Fri, 25 Sep 2015 20:57:57 +0000 http://hbnsb.blogosfera.uol.com.br/?p=613
Há 15 anos, Vince Carter enterrava sobre um cara de 2m18 durante a primeira fase dos Jogos Olímpicos de Sydney-2000. Acho que a reação do Kevin Garnett foi bem parecida com a de qualquer pessoa que viu esse lance ao vivo.

Hoje, aniversário da socada, a mídia esportiva dos EUA fez o merecido oba-oba, incluindo um especial da ESPN com depoimentos de todos os atletas norte-americanos que estiveram naquela seleção e destacando um pedido de desculpas de Carter a Frederic Weis, que nem foi um pedido de desculpas exatamente.

Frederic Weis também já foi objeto da mídia dos EUA, no maior estilo de um quadro Por Onde Anda digno de Video Show. Bom, a real é que de lá pra cá o pivô francês fracassou na NBA, teve uma carreira honesta no basquete de seu país e tentou o suicídio.

vincecarter
Calma, não foi por causa da enterrada, óbvio. Mas por conta de um quadro depressivo que, segundo a matéria do New York Times, tem muito mais a ver com questões no casamento e a frustração de criar um filho autista que com o esporte. Mas o texto também junta nesse pacote a frustração de realizar o sonho de ser draftado pelos Knicks, mas nunca ter tido uma oportunidade real na NBA, além de ter sido ignorado pela franquia.

Ainda assim, por uma dessas ironias cruéis do mundo, a enterrada foi apelidada de dunk de la mort. Na época, Jason Kidd afirmou à ESPN que nunca tinha visto nada igual:

For me, that was probably the greatest play in basketball I’ve ever seen. Michael Jordan hasn’t done that. Nobody has done that. He’s the next coming of Vince Carter.

Mais ou menos, Jason Kidd. Mais ou menos ninguém.

Outro dia, fuçando o incrível canal do Youtube Will Chamberlain Archive, vejo um vídeo de Bill Russel saltando sobre um defensor, quase da linha do lance-livre e soltando a bola de leve no aro. Afinal de contas, naquela época era proibido enterrar. Só por isso o gesto delicado. Talvez porque a superexposição da enterrada de Vince Carter já tenha me deixado calejado, o lance do Bill Russel me pareceu muito mais extraordinário.

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A enterrada da morte http://hbnsb.blogosfera.uol.com.br/2015/09/08/a-enterrada-da-morte/ http://hbnsb.blogosfera.uol.com.br/2015/09/08/a-enterrada-da-morte/#comments Tue, 08 Sep 2015 12:48:53 +0000 http://hbnsb.blogosfera.uol.com.br/?p=516 Nas Olimpíadas de Sydney-2000, a França ficou com a honrosa medalha de prata. Mas, cá entre nós, a lembrança que temos da campanha francesa não é bem essa.
Foi nessa competição que uma das enterradas mais sensacionais de todos os tempos aconteceu. Vince Carter driblou a bola duas vezes e saltou. Do outro lado, o pivô Frederic Weis, do alto dos seus 2.19m, se preparou para o contato do ala estadunidense com seu corpo. A pancada nunca veio. Ao invés disso, Weis sentiu uma mão apoiar sobre seu rosto; sentiu a brisa das pernas de Carter passando rentes ao seu tronco, mas foi só.
Weis virou a tempo de ver a tabela balançando. Pela reação do time dos Estados Unidos e pela incredulidade vinda da plateia, ele entendeu. Aquilo tinha mesmo acontecido: a enterrada da morte, “Le dunk de la mort”. E o morto, no caso, era ele.

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